Às vezes, é como se a cabeça se contasse por imagens, ou mais do que por imagens, por sensações e ambientes. São representações repetitivas de algo que tem uma substância parecida com a dum sonho, mas que é, tecnicamente, plasmável para o papel ou para um ecrã na forma duma imagem a que chamamos “fotografia”. É a forma mais mágica de trazer o sonho, o pensamento ou o pesadelo a uma forma de realidade.
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